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Delegado morto na Baixada; investigação aponta PCC como mandante e levanta questões sobre segurança, prisões e responsabilidade do Estado 🕵️‍♂️⚖️

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Delegado Ruy Ferraz assassinado na Praia Grande; investigação da Polícia Civil e do MP‑SP aponta que o PCC ordenou a execução — frase dita à esposa: “Não temo o PCC e Marcola me respeita” 🧵

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O que se sabe: Ferraz foi atingido por tiros de fuzil em 15/09. Para Polícia Civil e MP‑SP, houve planejamento e mando vindo do PCC. Investigações apontam articulação a partir do sistema prisional e uso de redes logísticas fora das cadeias.

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Análise: quando um agente público diz ser “respeitado” por líderes do crime, precisamos separar retórica de vínculo concreto. Marcola e a liderança do PCC operam dentro do cárcere — isso expõe como o poder paralelo continua a influenciar o mundo externo.

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Impacto político imediato: há pressão por respostas das secretarias de segurança e do Ministério Público. Exige‑se transparência nos autos, proteção de testemunhas e investigação sobre possíveis falhas institucionais que permitiram o atentado.

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Perspectiva social (sutil e relevante): o fortalecimento de organizações como o PCC está ligado a ausências do Estado — educação, trabalho e condições adequadas no sistema prisional. Prevenção social e políticas públicas são parte da solução estrutural.

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Perguntas que ficam: como uma organização prisional ordena execuções com armamento pesado? Há vazamentos, cumplicidade ou falhas de inteligência? Respostas exigem fiscalização externa, cooperação interinstitucional e controle sobre o uso da força.

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Reflexão final: o homicídio de Ferraz é um teste para nossas instituições. Investigar é obrigatório; abordar desigualdades e revisar o sistema prisional e protocolos de proteção é urgente. Segurança duradoura passa por justiça e políticas públicas consistentes.

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