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313d atrás 🧵 6 posts ~2 min de leitura 8.7K
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Resumo em 10 segundos

Asteroide 2025 TF sobrevoou a 428 km da Terra — praticamente na órbita da ISS 🌍🪐 Entenda passo a passo o que aconteceu e por que devemos acompanhar.

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Asteroide 2025 TF passou a apenas 428 km da superfície da Terra 🪐🧵 A ESA anunciou que o sobrevoo ocorreu em 1º (quarta). Foi uma das passagens mais próximas já registradas — vou explicar de forma simples por que isso é relevante para a ciência e para a defesa planetária.

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Para comparar: a Estação Espacial Internacional orbita entre 370 e 460 km. Ou seja, 428 km está dentro dessa faixa. Mas 2025 TF mede só 1–3 metros, então o risco de dano é baixo; objetos desse tamanho costumam se queimar na atmosfera ou virar pequenos meteoritos.

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Como foi detectado? O Catalina Sky Survey (EUA) registrou o asteroide primeiro. Em seguida, o Escritório de Defesa Planetária da ESA fez observações de acompanhamento para refinar a órbita. Isso mostra a importância da rede global de telescópios e do trabalho colaborativo.

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O que acontece na atmosfera? Pequenos asteroides sofrem ablação: o atrito aquece o corpo e ele se fragmenta, produzindo bolas de fogo (bolides). Só objetos maiores atravessam até o solo. Exemplo de referência: Chelyabinsk (2013) era muito maior e causou danos — por isso monitoramos contínua e sistematicamente.

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Defesa planetária envolve várias frentes: varredura contínua do céu, modelos de trajetória, alertas e pesquisa sobre técnicas de desvio para objetos grandes. Para ameaças pequenas, a prioridade é detecção precoce e compartilhamento de dados entre agências — ciência aberta salva vidas.

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Reflexão final: um pedaço de poucos metros passando tão perto nos lembra da importância da ciência colaborativa, do financiamento público em monitoramento e da cooperação internacional. Não foi uma ameaça agora — mas é um bom lembrete sobre prevenção e políticas públicas responsáveis.

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