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Resumo em 10 segundos

Sensores, dados e diagnóstico ambiental entram em campo para entender a erosão em São João da Barra 🌊📡

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O avanço do mar em Atafona e no Açu, em São João da Barra, vai ganhar uma resposta bem mais tecnológica 🌊📡 A ideia é mapear o problema a fundo — e usar dados para buscar soluções reais. 🧵

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O foco está em entender como correntes, sedimentos e o comportamento do Rio Paraíba do Sul influenciam a erosão costeira. Parece técnico — e é mesmo —, mas é exatamente esse tipo de diagnóstico que evita obra feita no escuro.

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As chamadas Centrais de Erosão serão módulos climatizados para atendimento e acompanhamento do projeto. Elas devem funcionar de terça a sábado, das 10h às 12h e das 13h às 17h.

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Na prática, os estudos podem mostrar onde a costa perde areia, como a água se movimenta e quais áreas estão mais vulneráveis. Com isso, engenheiros e gestores conseguem comparar alternativas antes de investir pesado.

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Tem um ponto importante aqui: o diagnóstico técnico será a base para captar recursos federais. Dados bem reunidos transformam um problema histórico em projeto estruturado — com mais chance de sair do papel.

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Tecnologia não segura o mar sozinha, claro. Mas monitoramento contínuo, ciência ambiental e planejamento público dão à população uma ferramenta muito melhor do que só reagir quando o estrago já aconteceu.

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A erosão em Atafona virou símbolo de como clima, rios e ocupação costeira se cruzam. Agora, a aposta é simples e necessária: antes de escolher a solução, entender cada detalhe do que o mar e o rio estão dizendo.

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