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Da energia cortada em Kyiv às oliveiras que sustentam famílias palestinas: duas crises, o mesmo peso sobre civis. 🌍

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Ataques russos de longo alcance voltaram a atingir a Ucrânia, incluindo Kyiv, e deixaram ao menos 14 civis mortos e 78 feridos durante a noite. Sete crianças estão entre os feridos. É mais uma madrugada em que a população paga a conta da guerra. 💔🧵

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Segundo autoridades ucranianas, os bombardeios danificaram estruturas de saúde e energia. Poltava, Rivne e Volyn tiveram problemas no fornecimento elétrico; em Kyiv, também houve cortes emergenciais.

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Em áreas ocupadas pela Rússia, relatos apontaram ainda duas mortes e nove feridos civis na região de Donetsk. Em guerra, informação precisa ser acompanhada com cuidado — mas o padrão é claro: infraestrutura civil segue sob enorme pressão.

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Chegar com ajuda a quem vive perto da linha de frente virou uma operação perigosíssima. Uma equipe da ONU levou suprimentos a uma comunidade em Zaporizhzhia e descreveu o acesso como “severamente limitado”.

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Com o inverno se aproximando, a UNICEF informou ter apoiado quase 70 mil famílias que vivem na linha de frente com ajuda em dinheiro, em parceria com autoridades ucranianas. Às vezes, esse recurso é o que permite comprar aquecimento, remédios e comida.

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Do outro lado do mundo, uma delegação da ONU visitou Jenin, na Cisjordânia, para ouvir agricultores palestinos. Até 100 mil lares dependem das oliveiras, mas ataques de colonos e restrições de acesso dificultam a colheita.

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Não é “só” uma safra perdida: quando famílias não conseguem chegar às próprias terras com segurança, emprego, renda e comida ficam ameaçados. Proteger civis e garantir responsabilização por violações não deveria ser assunto negociável.

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