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Uma possível cobrança de até US$ 100 mil pode restringir o trabalho de estudantes internacionais nos EUA — e transformar educação em privilégio ainda maior. 🌍🎓

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Universidades dos EUA podem enfrentar taxas de até US$ 100 mil para permitir que estudantes estrangeiros trabalhem no país. 🎓💸 Quem conseguirá bancar essa barreira — e quem será empurrado para fora da educação internacional? 🧵

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A medida pode atingir um programa de trabalho muito usado por alunos internacionais. Se a instituição tiver de pagar uma conta tão alta, não é previsível que reduza vagas, repasse custos ou simplesmente evite estudantes de fora?

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Para muita gente, trabalhar durante ou após os estudos não é um luxo: é a forma de pagar aluguel, ganhar experiência e construir uma carreira. Que sentido há em atrair talentos globais e, depois, dificultar seu acesso ao mercado?

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O efeito pode ir além do emprego. Com menos perspectiva de trabalho, estudantes podem escolher outros destinos para estudar. Os EUA estão dispostos a perder diversidade nos campi, pesquisa e conexões internacionais por causa de uma nova barreira financeira?

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Universidades maiores talvez absorvam o impacto. Mas e as instituições menores, que dependem de matrículas internacionais e oferecem oportunidades fora dos grandes centros? Uma regra assim não concentra ainda mais poder e recursos em poucas universidades?

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Regular programas migratórios é legítimo. Mas uma taxa de até US$ 100 mil parece calibrada para coibir abusos ou para tornar o acesso impraticável? Quando o custo vira filtro, a educação global fica mais aberta — ou mais exclusiva?

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A disputa não é só sobre burocracia: é sobre qual país os EUA querem ser para quem cruza fronteiras em busca de conhecimento. Se estudar e trabalhar vira privilégio de poucos, quem paga o preço é a inovação — e a mobilidade social.

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