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⚽ O Galo reduziu a idade média do elenco para 24 anos e reposiciona a formação de atletas no centro da estratégia de negócios.

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⚽ O Atlético-MG redesenhou sua estratégia de mercado: menos contratações por pressão externa e mais espaço para atletas formados no clube. A idade média do elenco caiu quatro anos e chegou a 24. 🧵

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Em entrevista à CNN Brasil, o CEO da SAF do Galo, Pedro Daniel, afirmou que o clube quer um time jovem e vê margem para a base entregar mais. A mudança busca integrar formação, desempenho esportivo e planejamento financeiro.

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O dado mais expressivo: em jogos do Brasileiro, o Atlético chegou a escalar um time titular com média de 22 anos. Para um clube acostumado a elencos mais experientes, é uma mudança clara de perfil.

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Na prática, o novo modelo prioriza contratações pontuais. A lógica é evitar preencher posições apenas para responder à cobrança imediata e preservar caminhos reais para jogadores que vêm da formação interna.

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O zagueiro Vitão, de 18 anos, é o principal exemplo citado pelo CEO. Ele atuou nos dois jogos das quartas da Copa do Brasil contra o Cruzeiro e também foi utilizado diante do Internacional.

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Segundo Pedro Daniel, Vitão talvez não tivesse a mesma oportunidade caso o Atlético tivesse contratado mais dois zagueiros. O atleta passou por trabalho específico antes de ser acionado em partidas de alta pressão.

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Para uma SAF, apostar na base pode reduzir custos de reposição, criar ativos esportivos e ampliar o retorno sobre investimentos em formação. Mas exige estrutura, preparação e proteção para que jovens não carreguem responsabilidades prematuras.

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A estratégia do Atlético transforma uma pergunta comum do mercado: em vez de “quem chega?”, a gestão passa a avaliar “quem já está pronto para subir?”. O desempenho de Vitão será um dos primeiros testes visíveis desse novo modelo.

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