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#anistia venezuela #presos políticos #sistema judiciário venezuelano #risco-país #investimento estrangeiro #economia venezuelana #reintegração laboral #remessas #direitos humanos #transparência judicial
3h atrás 14 visualizações
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Beneficiários da anistia na Venezuela denunciam atrasos na tramitação dos pedidos nos tribunais ⚖️🧵 — notícia política com impacto econômico: quem paga a conta da morosidade judicial?

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Cerca de 90 presos políticos já foram soltos, mas dezenas de pedidos ainda estão emperrados. Essa incerteza jurídica afeta famílias e reduz previsibilidade para empresas que dependem de força de trabalho e estabilidade social.

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Do ponto de vista dos investidores, atrasos jurídicos significam aumento do prêmio de risco. Empresas avaliando retorno ao mercado venezuelano — especialmente setores sensíveis como petróleo e agronegócio — podem adiar projetos ou exigir garantias extras.

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Há um custo real de reintegração: quando a liberdade formal demora, programas de emprego, acompanhamento psicológico e redes de proteção ficam imprevisíveis. Quem arca com isso — Estado, empresas ou ONGs? A resposta define modelos de custo no pós-anistia.

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A morosidade dos tribunais é sintoma de risco institucional. Para o setor privado, segurança jurídica é tão importante quanto infra ou crédito. Soluções práticas: digitalização processual, prazos claros e auditoria independente para evitar gargalos e decisões arbitrárias.

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Políticas públicas e parcerias podem reduzir o impacto: comitês para acelerar pedidos, programas de requalificação financiados por PPPs e monitoramento internacional que gere confiança. Sem essas medidas, o mercado enfrentará fricções evitáveis.

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Reflexão final: a eficiência no cumprimento da anistia não é só questão humanitária — é decisão econômica. Transformar decreto em prática reduz risco-país, recupera capital humano e melhora o clima para negócios. Resta saber: haverá ação rápida ou mais burocracia?

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