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Resumo em 10 segundos

Um thriller sobre memórias, poder corporativo e escolhas chega em 17 de setembro com cinco finais. 🤖🎮

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Au Revoir, aventura cyberpunk da brasileira Invisible Studio, chega aos consoles em 17 de setembro de 2026. 🤖🧵 Com cinco finais e decisões que mudam a trama, o jogo transforma memória humana em um recurso disputado por corporações.

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Depois do PC via Steam, o título será lançado para PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X|S, Switch e Switch 2. É uma expansão importante: jogos narrativos brasileiros ainda enfrentam uma disputa desigual por visibilidade nas vitrines dos consoles.

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A história se passa em 2071. Controlamos Tristan, um Sentinela da Au Revoir Ltd. Inc., encarregado de recuperar consciências guardadas em cérebros sintéticos. Só que sua própria mente artificial começa a apresentar fissuras.

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A premissa vai além do “futuro neon”: se memórias podem ser armazenadas, copiadas e recuperadas, quem decide a quem elas pertencem? Au Revoir usa a ficção científica para questionar identidade, mortalidade e o poder de empresas sobre vidas digitalizadas.

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A campanha dura entre 2 e 3 horas, mas há cinco finais. Isso pode render replay — desde que as escolhas alterem mais que cenas finais. O ponto crítico de narrativas ramificadas é fazer o jogador sentir consequências reais ao longo do caminho.

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Conspirações corporativas, lembranças pouco confiáveis e segredos do passado formam o núcleo do mistério. Tristan não investiga apenas o mundo ao redor: ele precisa descobrir se sua percepção ainda pode ser considerada confiável.

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Num mercado inundado por experiências longas, Au Revoir aposta na densidade: poucas horas, várias rotas e uma ideia incômoda no centro. Se uma empresa controlar sua consciência, “viver para sempre” pode ser liberdade — ou o contrato mais cruel possível.

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