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Resumo em 10 segundos

📺 Na sabatina da Globo, o candidato do Avante combinou ajuste fiscal, tributação das bets e alerta sobre empregos diante da IA. Entenda as propostas. 🧵

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Augusto Cury, candidato do Avante à Presidência, apresentou na Globo uma fórmula de ajuste fiscal: taxar bets, revisar gastos e digitalizar o Estado com IA. O que está por trás das propostas? 📺🧵

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1/6 — O ponto mais concreto foi a tributação das casas de apostas. Cury disse que elas pagam 12% e defendeu elevar a cobrança para algo em torno de 50% a 52%. A comparação dele: alimentos teriam carga de 18% e a energia, de 30% a 33%.

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2/6 — A lógica é simples: cobrar mais de um setor de alto faturamento para reforçar a arrecadação, em vez de concentrar a carga tributária no consumo cotidiano. Mas a conta depende de regras eficazes, fiscalização e combate à atuação ilegal.

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3/6 — Segundo o candidato, a taxação das bets, junto de outras medidas, ajudaria a reduzir a dívida pública em até 3% do PIB. Ele também citou financiar 10 milhões de microempresas para ampliar atividade econômica e a base de contribuintes.

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4/6 — No corte de despesas, Cury falou em auditoria da gestão pública, revisão de contratos e de 50 mil cargos comissionados. Disse que pretende extinguir de 8 a 10 ministérios, mas ainda não informou quais: prometeu uma análise criteriosa.

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5/6 — Ao mesmo tempo, ele propôs criar um Ministério da Segurança Pública e uma estrutura executiva para IA e robótica. O argumento: preparar o país para mudanças no trabalho, com políticas que evitem que a automação aprofunde desemprego e desigualdade.

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6/6 — Sobre o arcabouço fiscal, Cury evitou prometer mudanças antes de concluir estudos e vinculou responsabilidade fiscal à queda dos juros. A entrevista expõe o desafio central: cortar desperdícios sem enfraquecer serviços públicos e proteção social.

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