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Resumo em 10 segundos

Com IA, consultor humano e assinatura de R$ 79, startup brasileira mira um público que o wealth management tradicional quase sempre deixa de lado. 📈🤖

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Gestão de patrimônio sempre pareceu coisa de quem já tem pelo menos centenas de milhares guardados. A Auro quer virar esse jogo: usar IA para orientar quem ainda está construindo patrimônio — por R$ 79/mês. 🤖📈 🧵

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A startup nasceu em fevereiro de 2026, criada por Pedro Avena, da Link School, e Yuri Miyazaki, da FEA-USP. O primeiro cheque veio do Link Capital, fundo early-stage ligado à própria faculdade de empreendedorismo.

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O problema é bem direto: sem orientação, a pessoa precisa virar especialista sozinha em orçamento, investimentos e metas. Ou contratar alguém — uma opção que normalmente custa caro e fica restrita a quem já acumulou bastante dinheiro.

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É daí que vem o conceito de “wealth building”: em vez de aparecer só quando o cliente já tem entre R$ 500 mil e R$ 5 milhões, a Auro quer acompanhar o caminho desde a organização financeira até a formação de patrimônio.

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O produto funciona como “service as a software”: plataforma com IA + acompanhamento de consultor. O canal principal é o WhatsApp, onde o cliente pode tirar dúvidas e receber orientação sem aquela barreira intimidadora do banco private.

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Por enquanto, são 46 clientes e nenhum funcionário além dos fundadores. A consultoria é feita pelo próprio Yuri, certificado pela Anbima e ex-time fundador da NewHack. É bem começo de operação, mas com uma tese clara de escala.

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A grande aposta: IA não substitui totalmente a confiança necessária para decisões financeiras, mas pode reduzir o custo do atendimento e ampliar o acesso a orientação de qualidade. Se funcionar, wealth management deixa de ser privilégio de quem já chegou lá.

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