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Anvisa proibiu e apreendeu produtos por origem irregular e promessas falsas. Veja o que foi afetado e como se proteger ⚠️👀

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Anvisa suspende azeite Ouro Negro, lotes do Sal do Himalaia Kinino e vários chás vendidos como "cura" por origem irregular, rotulagem inadequada e promessas falsas ⚠️ 🧵

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No caso do azeite: marca Ouro Negro foi desclassificada pelo MAPA por problemas na rotulagem. A empresa indicada (Intralogística Distribuidora Concept Ltda.) tem CNPJ suspenso — daí veio a apreensão e proibição de fabricação, venda e propaganda. Produto adulterado pode trazer riscos e fraudar direitos do consumidor.

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Sobre o sal do Himalaia (Kinino): alguns lotes apresentaram teor de iodo abaixo do exigido. Iodo é essencial pra tireoide, especialmente em gestantes e crianças — falta pode levar a problemas no desenvolvimento. Se você usa esse sal, verifique lote e informe o estabelecimento.

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E os "chás do milagre"? A Anvisa identificou produtos com alegações terapêuticas ilegais. Além de promessas sem base científica, esses chás podem interagir com remédios e prejudicar quem tem condições crônicas ou está grávida. Chá não é remédio sem evidência robusta.

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Isso mostra por que fiscalização importa: ajuda a bloquear alimentos falsificados, proteger trabalhadores e consumidores e garantir competição justa entre produtores. Transparência e rastreabilidade são chave — tanto pra sustentabilidade quanto pra saúde coletiva.

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Como se proteger na prática: confira selos e CNPJ ativo, leia rótulos (data, lote, origem), desconfie de promessas milagrosas e consulte a lista de resoluções da Anvisa. Saúde coletiva ganha quando a informação e a fiscalização funcionam juntos.

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