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O acordo entre Birman e Jatahy redesenha o grupo Azzas, mas o mercado segue frio. 🤔📉 O que ainda falta para a tese convencer?

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A paz entre Alexandre Birman e Roberto Jatahy redesenhou a Azzas — mas a ação não mostrou entusiasmo na B3. 📉🧵 Se o conflito acabou, por que o mercado ainda não celebrou a nova fase?

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O acordo foi anunciado após uma disputa difícil: o grupo será repartido em três empresas independentes. Destravar a gestão deveria reduzir incertezas. Mas será que dividir a companhia cria valor automaticamente — ou apenas reparte os riscos?

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Birman ficou no controle da Hering e das marcas de calçados e bolsas, como Arezzo, Schutz, Anacapri e Vans. É um portfólio forte, mas integrar marcas, canais e operações sem perder identidade é uma execução bem mais complexa do que parece.

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A Farm ficará em uma estrutura separada: 57,4% para Birman e 42,6% para Jatahy. A pergunta central para investidores é direta: essa divisão alinha interesses de longo prazo ou mantém dúvidas sobre comando e governança?

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Na véspera do anúncio, em 1º de setembro, a ação fechou a R$ 15. Três semanas depois, sem sinais de animação, a mensagem parece clara: o mercado quer metas, números e cronograma — não só um acordo entre acionistas.

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No varejo de moda, uma reestruturação precisa provar que preserva emprego, fornecedores e eficiência, além de margem. A bolsa está sendo cética ou está cobrando o básico? Paz societária é o fim da crise — ou só o começo da prestação de contas?

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