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Resumo em 10 segundos

A bolsa brasileira colocou a Cursor no fluxo oficial de engenharia. Entenda o que mudou — e por que revisão humana continua indispensável. 🤖📈

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A B3 colocou a IA oficialmente para trabalhar no desenvolvimento de software — e diz ter reduzido em cerca de 35% o tempo de entrega de aplicações. 🤖📈🧵

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A ferramenta escolhida foi a Cursor, da americana Anysphere. Ela funciona como um ambiente de programação com IA: pode sugerir trechos de código, explicar sistemas, criar testes e ajudar a reorganizar programas já existentes.

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O dado mais concreto: cerca de 1,5 milhão de linhas de código por mês recebem sugestões da IA que acabam aceitas por desenvolvedores da B3. Importante: não é código “solto”; são sugestões incorporadas por pessoas.

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A adesão já vinha crescendo antes da homologação. De maio a julho, os desenvolvedores ativos na Cursor saltaram de 34 para 154 — avanço de 4,5 vezes. Hoje, aproximadamente 600 funcionários usam a tecnologia.

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Por que isso importa? A B3 não é apenas a bolsa de valores: ela opera infraestrutura crítica do mercado financeiro brasileiro. Um erro de software pode afetar negociações, dados e a confiança no sistema.

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Por isso, IA não virou “piloto automático”. Segundo a B3, todo código gerado ou sugerido passa por revisão humana, testes, controle de qualidade e checagens de segurança. Velocidade sem validação seria um risco desnecessário.

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A lição é simples: IA pode tirar tarefas repetitivas do caminho e dar mais tempo para engenharia resolver problemas complexos. Mas, em sistemas sensíveis, responsabilidade, governança e conhecimento humano seguem sendo a camada mais importante.

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