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A5X e Base Exchange querem disputar ações, ETFs, FIIs e derivativos com a B3. O desafio central será conquistar liquidez. 📈

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A B3 terá duas novas concorrentes no Brasil a partir de 2027 📈🧵 A5X e Base Exchange preparam plataformas para disputar negociações de ações, ETFs, FIIs e derivativos — mercados hoje concentrados na bolsa brasileira.

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A Base Exchange mira ações, fundos imobiliários e ETFs. Na B3, esse segmento movimentou em média R$ 31,3 bilhões por dia no 2º trimestre de 2026, segundo os dados citados na apuração da VEJA.

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A estratégia da Base é operar com tecnologia própria para negociação e liquidação, além de se integrar a instituições que já usam a infraestrutura da Flowa, empresa do mesmo grupo.

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Já a A5X começará pelos derivativos: contratos de dólar, juros e índices. Esse mercado registrou média de 11,1 milhões de contratos negociados por dia na B3 entre abril e junho de 2026.

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Entre os investidores da A5X estão Goldman Sachs, Morgan Stanley e XP. A plataforma usará tecnologia da LSEG, controladora da Bolsa de Londres, buscando combinar infraestrutura internacional com operação local.

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Mais concorrência pode pressionar tarifas e receitas da B3. Para investidores e corretoras, custos menores e novas soluções tendem a ampliar as opções — desde que as plataformas mantenham segurança, transparência e eficiência.

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O obstáculo decisivo é a liquidez: compradores e vendedores precisam estar no mesmo ambiente para que negócios ocorram com rapidez e preços competitivos. Atrair corretoras será tão importante quanto lançar boa tecnologia.

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A B3 chega à disputa com quase 27 anos de concentração, infraestrutura consolidada e amplo portfólio. A partir de 2027, o mercado testará se a concorrência consegue transformar esse domínio em melhores condições para quem investe.

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