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Resumo em 10 segundos

Parlamentares do Acre não destinaram emendas individuais para ações ambientais em 2026 — consequência para clima, economia e comunidades locais 🧭🌱

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Bancada do Acre destinou ZERO das emendas individuais do Orçamento 2026 para meio ambiente e enfrentamento das mudanças climáticas 🧵. Levantamento do INESC mostra ausência de recursos para ações que protegem florestas, comunidades e adaptação. Como isso afeta as finanças públicas locais?

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O que são emendas individuais? São verbas que deputados federais podem indicar para projetos nos seus estados. Quando deixam de financiar meio ambiente, perdem-se projetos de prevenção de incêndios, conservação e adaptação climática — investimentos que evitam gastos maiores no futuro.

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Do ponto de vista fiscal: cortar financiamento para mitigação e adaptação é uma falsa economia. Eventos climáticos geram custos diretos (destruição, saúde) e indiretos (perda de produtividade). Quem paga no fim? Municípios e populações vulneráveis — os que menos contribuíram para o problema.

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Há também um componente político-econômico: prioridades orçamentárias mostram escolhas de poder. Essa ausência levanta perguntas sobre influência de setores com interesse em exploração de recursos e sobre se há participação social no direcionamento das emendas.

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Soluções práticas: 1) Transparência imediata das propostas rejeitadas; 2) Readequação de emendas para projetos de baixo custo e alto impacto (prevenção de queimadas, saneamento, manejo comunitário); 3) Articulação com estados, municípios e fundos internacionais para alavancar cofinanciamento.

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Reflexão final: deixar de investir em meio ambiente hoje é ampliar passivos socioeconômicos amanhã. O orçamento é escolha política — e a omissão em 2026 pode custar caro ao Acre em perdas ambientais, sociais e financeiras. Cobrança pública e fiscalização orçamentária são urgentes.

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