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Resumo em 10 segundos

📈 Reposição da inflação + ganho real elevam salários e benefícios da categoria. Veja, em números, por que o acordo movimenta muito além dos bancos.

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Bancários terão reajuste total de 4,6% a partir de setembro de 2026 📈🧵 O índice combina a inflação acumulada pelo INPC, de 3,98%, com 0,6% de aumento real previsto no acordo coletivo.

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Vamos por partes: reposição da inflação impede que salários e verbas percam poder de compra. Já o aumento real é o ganho acima da inflação. Na prática, é uma valorização efetiva da renda da categoria.

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O INPC de agosto caiu 0,32% no mês, puxado sobretudo por alimentação, bebidas e habitação. Mas o que define o reajuste é o acumulado de 12 meses: 3,98% entre setembro de 2025 e agosto de 2026.

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O acordo também atualiza benefícios. O vale-alimentação passa a R$ 967 por mês. Com a 13ª cesta, são R$ 12.571 ao ano. Já o vale-refeição sobe para R$ 1.227,23 mensais, ou R$ 14.726,76 por ano.

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Somados, VA e VR chegam a cerca de R$ 27,3 mil anuais por bancário — valor equivalente a quase 17 salários mínimos. Benefícios assim têm efeito direto no orçamento das famílias e no consumo local.

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Segundo o Sindicato dos Bancários, salários, benefícios e demais verbas reajustados devem injetar R$ 97 bilhões na economia até agosto de 2027: R$ 13,5 bilhões a mais que no período anterior.

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A leitura de longo prazo ajuda a entender o peso da negociação coletiva: com os reajustes de 2026 e 2027, a categoria projeta ganho real acumulado de 25% desde 2004. Renda protegida e direitos preservados também são parte da engrenagem da economia.

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