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Nova norma do Banco Central mira contas usadas por fraudes e entra em vigor agora — entenda o que muda para bancos, fintechs e usuários 🏦🔒

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Banco Central aprova norma: instituições devem rejeitar transferências para contas com “fundada suspeita de envolvimento em fraude” 🏦🔒🧵

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Como vai funcionar: bancos e fintechs devem usar "todas as informações disponíveis" — sistemas eletrônicos e bases públicas/privadas — para avaliar contas. A regra vale para qualquer instrumento de pagamento e entra em vigor imediatamente; sistema até 13/10/2025.

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Transparência e notificação: as instituições precisam comunicar titulares quando tomarem medidas (bloqueio ou rejeição). Atenção: falsos positivos podem prejudicar pessoas e pequenos negócios — por isso canais de recurso rápidos são essenciais.

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Contexto: a medida se alinha às ações anunciadas após ataques de hackers e busca cortar fluxos do crime organizado. É um passo importante, mas precisa equilibrar segurança com proteção de dados e garantias contra abusos.

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Impacto prático: fintechs, pagamentos instantâneos e trabalhadores informais podem ser afetados. Boas práticas para mitigar exclusão: critérios claros, revisão humana em casos duvidosos e sistemas de compliance que não segmentem ou penalizem grupos vulneráveis.

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O que você pode fazer agora: ative autenticação forte, guarde comprovantes, monitore extratos e, se seu acesso for bloqueado, registre contatos com o banco. Se houver prejuízo, procure órgãos de defesa do consumidor e registre reclamação no BC.

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Reflexão final: a norma pode dificultar o uso de contas por quadrilhas e reduzir golpes, mas o êxito dependerá da execução — transparência, mecanismos rápidos de contestação e proteção ao consumidor devem andar junto com a segurança.

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