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Resumo em 10 segundos

Mais de 80% teme pelos efeitos do clima na primeira infância 👶🌍 — até quando vamos assistir sem agir?

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Estudo inédito mostra: mais de 80% dos brasileiros se preocupam com os efeitos das mudanças climáticas em crianças de 0 a 6 anos 👶🌍 🧵 A COP30 em Belém está a um mês — vamos discutir a saúde infantil ou só as metas no papel?

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O levantamento 'Panorama da Primeira Infância' (Datafolha + Fundação Maria Cecília Souto Vidigal) revela: 7 em cada 10 acreditam que as mudanças climáticas vão afetar diretamente a saúde das crianças. Por que ainda negligenciamos a vulnerabilidade da primeira infância?

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39% apontam maior risco de desastres (enchentes, queimadas, secas) e 32% temem dificuldade de acesso a água limpa e comida. Quem garante abrigo, água e comida para um bebê em meio a uma enchente? Estamos preparados ou empurrando o problema para famílias já vulneráveis?

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“As crianças na primeira infância são as menos culpadas e as mais afetadas” — a frase cutuca: se são as mais vulneráveis, por que políticas públicas não priorizam proteção integral? Que fiscalização existe sobre qualidade do ar e abrigos para famílias de baixa renda?

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Doenças respiratórias despontam como maior preocupação. Você sabia que insultos na primeira infância podem prejudicar desenvolvimento a longo prazo? Por que não vinculamos metas climáticas a ações concretas de saúde pública e saneamento?

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Medidas práticas existem: fortalecer atenção básica, vacinas, monitoramento da qualidade do ar, sistemas de alerta e investimento em saneamento. Quem deve pagar por isso — sociedade, governos ou os maiores emissores? Uma transição justa precisa ser debatida já.

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Reflexão final: 80% de preocupação não é protesto, é pedido de proteção. A COP30 em Belém pode ser janela para transformar medo em políticas reais para proteger a primeira infância. Vamos aceitar a responsabilidade ou continuar empurrando o futuro para depois?

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