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Resumo em 10 segundos

A Copa Internacional de Beisebol para Cegos começa na Itália com oito seleções. ⚾👁️ Mais que disputa, um teste de inclusão real.

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⚾👁️ A 3ª Copa Internacional de Beisebol para Cegos começa em 30 de setembro, na Itália, com oito seleções. Se o esporte diz ser universal, por que modalidades acessíveis ainda recebem tão pouca atenção? 🧵

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A estreia será entre Tchéquia e Grã-Bretanha, às 9h, no estádio Simone Piani, em Castiglione della Pescaia, na Toscana. Cuba, atual campeã, e EUA completam o Grupo A. Quem vai conseguir parar os cubanos?

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No Grupo B estão Itália, Holanda, Paquistão e Taipé Chinesa. Quatro jogos por dia até 2 de outubro; os dois melhores de cada grupo avançam às semifinais, no dia 3. Mas por que um torneio tão diverso ainda é pouco conhecido fora do nicho?

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O beisebol para cegos nasceu em Bolonha, em 1994, criado por Alfredo Meli, ex-jogador da seleção italiana. Três décadas depois, a pergunta permanece: quantas cidades oferecem estrutura esportiva contínua para pessoas com deficiência?

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A modalidade é mista: cada equipe reúne cinco atletas cegos, um jogador vidente e quatro ou cinco assistentes videntes. Não é “adaptação simbólica”: exige técnica, confiança e trabalho coletivo. Por que ainda subestimamos isso?

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A Itália venceu a edição inaugural, em 2022, na Holanda. Cuba bateu a Itália na final de 2024, em Londres. A competição cresce — mas crescimento sem transmissão, patrocínio e acesso local basta para criar legado?

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Os organizadores falam em inclusão e legado para a comunidade. Ótimo — mas legado se mede depois: mais quadras acessíveis, formação de treinadores e atletas com autonomia. Quando o esporte deixa de ser privilégio, todos ganham.

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