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Subsecretário do Agro tem bens bloqueados por suspeita de aditivo irregular — e as perguntas são muitas. 🚜🧵

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Subsecretário do Agro tem bens bloqueados por contrato suspeito em SP 🧵 O TJSP decretou o bloqueio de bens de Ricardo Lorenzini em ação do MPSP por possível improbidade ligada a aditivo em obras de estradas. Como um pagamento bilionário aconteceu tão rápido?

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Relatório da Secretaria aponta R$49,2 milhões pagos em apenas 4 dias de dezembro de 2022 — revisão de 368 obras do programa Rotas Rurais. Quem autorizou essa pressa? Foi um ajuste legítimo ou manobra para ocultar favorecimento?

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Lorenzini foi chefe de gabinete na gestão Rodrigo Garcia e depois subsecretário no governo Tarcísio. Isso é coincidência ou sinal de redes políticas que facilitam contratos suspeitos? Quando a política vira cartão de visitas para negócios?

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O relatório que acionou o MPSP foi assinado quando Antonio Junqueira era secretário e gerou reação política. Será investigação técnica ou disputa entre grupos? Como evitar que apurações virem instrumento de vingança política?

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E a comunidade rural? As estradas realmente melhoraram ou o dinheiro não chegou ao chão? Pequenos produtores e trabalhadores locais pagam o preço quando contratos são opacos — onde está a transparência que garante acesso e justiça?

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Dado para pensar: R$49,2 milhões em 368 obras dá cerca de R$133,700 por obra, pagos em 4 dias. Pagamento relâmpago é sinal de eficiência ou alerta vermelho para auditoria? Quem fiscaliza contratos e protege o erário?

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Reflexão final: bloqueio de bens é mecanismo de proteção ao patrimônio público — mas será suficiente? Sem auditoria pública independente e políticas que evitem concentração de poder, casos assim só se repetem. Quem vai defender a transparência?

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