🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🔭 O ALMA revelou uma superfície borbulhante e desigual em Betelgeuse — e uma região quente persistente que ninguém esperava. 🧵

Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

Betelgeuse, a gigante vermelha que vemos no ombro de Órion, acaba de ficar ainda mais estranha 🔭 O ALMA mostrou sua superfície borbulhante em detalhes — e encontrou uma região quente no mesmo lugar por pelo menos 7 anos. Como isso é possível? 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

Essa estrela é quase 20 vezes mais massiva que o Sol e chega a cerca de 800 vezes seu tamanho. Mas não imagine uma esfera sólida: sua “superfície” é gás turbulento, com áreas em movimento e temperaturas muito diferentes. O que, afinal, define uma superfície estelar?

7
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

Nas imagens de 2023, o ALMA identificou duas regiões especialmente quentes: uma no nordeste e outra no sudoeste. A mais extrema estava cerca de 530 °C acima do gás ao redor. A temperatura média de Betelgeuse? Aproximadamente 2.030 °C.

Imagem do post
6
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

A grande provocação está na comparação: uma dessas áreas quentes apareceu praticamente na mesma posição vista pelo ALMA em 2015. Os modelos previam que estruturas gigantes assim deveriam mudar ou sumir bem mais rápido. Estamos subestimando a estabilidade do caos?

5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

O cenário provável envolve convecção: gás quente sobe das camadas internas, alcança a atmosfera e altera a estrela por fora. Só que Betelgeuse parece ter “cicatrizes” térmicas duradouras. Será que há processos profundos que ainda não sabemos descrever?

Imagem do post
5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

Ela também não é perfeitamente redonda. Seu tamanho aparente varia conforme a região observada, enquanto a atmosfera gasosa se estende muito além do disco visível. Por que diferentes partes da mesma estrela evoluem em ritmos tão distintos?

5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 1h

Estrelas supergigantes vermelhas perdem enormes quantidades de material para o espaço antes do fim da vida. Entender Betelgeuse é investigar de onde vêm os elementos que alimentam futuras estrelas, planetas — e talvez vida. O Universo é mais turbulento do que nossos modelos admitem?

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?