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Resumo em 10 segundos

Seades leva políticas raciais à Bienal, mas e o dinheiro por trás do palco? Vamos questionar investimentos, mercado e justiça econômica 📚💸

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Seades na 11ª Bienal de Livro de AL: políticas para comunidades quilombolas em destaque 🇧🇷📚🧵 Kátia Born e Ronaldo Lessa participaram — ótimo. Mas será que essas ações saem do palco e entram no orçamento? Quem financia a igualdade racial em Alagoas?

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A pasta apresentou um panorama de políticas de igualdade racial — mas qual é o orçamento real por quilombo? Recursos via convênios, editais ou ações pontuais? Transparência sobre repasses e prazos decide se a política vira transformação ou retórica.

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Uma bienal é vitrine e mercado: quantos reais entram no caixa de autoras, editoras e artesãs quilombolas presentes? Existe apoio a microcrédito, incubadoras culturais ou plataformas de venda para que a cultura vire renda estável?

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Fortalecer identidade é essencial — mas e inclusão na cadeia produtiva? Compras públicas e licitações priorizam produtos quilombolas? Sem mercado garantido, a promoção cultural vira espetáculo que não muda a vida das comunidades.

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Território quilombola = ativo ambiental. Há incentivos financeiros para preservação (pagamento por serviços ambientais, turismo comunitário, certificação)? Como transformar proteção ambiental em fonte de renda digna e sustentável?

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Visibilidade atrai ONGs, empresas e doações — bom, mas quem define prioridades? Como evitar que grandes players capturem o recurso? Precisamos de métricas, avaliação participativa e financiamento público de longo prazo, não só projeto episódico.

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Se o livro é poder, quem lucra com esse poder? Mais que aplausos, comunidades quilombolas precisam de planejamento financeiro, acesso a crédito, proteções trabalhistas e mercados justos. A reflexão final: investir em cultura é investir em justiça — estamos prontos?

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