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Nomeado por Donald Trump, o bispo passa a integrar um órgão bipartidário que acompanha violações à liberdade de crença em vários países. 🌍🙏

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O bispo católico Robert Barron foi nomeado por Donald Trump para uma comissão dos EUA que monitora perseguição religiosa pelo mundo. 🌍🙏 🧵

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Barron, bispo de Winona-Rochester, em Minnesota, vai integrar a USCIRF — sigla em inglês para a Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional.

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Na prática, o órgão acompanha violações contra pessoas de diferentes crenças e recomenda medidas ao governo americano. Ele é independente e ligado ao Legislativo dos EUA.

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Barron já atua numa comissão voltada à liberdade religiosa dentro dos EUA. Ao aceitar o novo cargo, disse estar honrado e ressaltou que a USCIRF é “estritamente bipartidária”.

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A comissão publica relatórios sobre países acusados de violações recorrentes e pressiona por ações diplomáticas. Nesta semana, por exemplo, pediu que os EUA cobrem a libertação de presos religiosos na China.

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O tema vai bem além de disputas religiosas: proteger alguém por sua fé — ou por não ter fé — é parte básica dos direitos humanos. E isso pesa ainda mais para minorias vulneráveis e pessoas forçadas a fugir de casa.

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Junto com Barron, foram indicados o ex-diretor do Conselho de Política Doméstica Joe Grogan e o ex-missionário Andrew Brunson. Trump também convidou Cissie Graham Lynch para atuar como embaixadora de liberdade religiosa.

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Liberdade religiosa de verdade não é privilégio de uma crença: é garantir segurança e voz para todas, inclusive para quem não segue nenhuma. Esse é o tamanho do desafio global que a comissão vai encarar.

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