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Resumo em 10 segundos

📈 BTC recuperou parte das perdas, mas o aperto monetário nos EUA e retiradas de ETFs ainda limitam o apetite por risco. 🧵

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Bitcoin voltou à faixa dos US$ 76 mil nesta quinta (17) 📈🧵 Por volta das 16h, o BTC avançava 0,94%, cotado a US$ 76.504,62, após ter se aproximado de US$ 75 mil sob pressão do cenário de juros nos EUA.

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O Ethereum teve alta maior no mesmo horário: 2,09%, a US$ 2.451,11, segundo dados da Binance. A recuperação mostra alguma recomposição de posições, mas não elimina os fatores que ainda deixam o mercado defensivo.

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O principal deles é o Federal Reserve. Juros elevados nos EUA costumam reduzir o apetite por ativos de maior risco, como criptoativos, porque tornam investimentos considerados mais seguros — como títulos do governo — relativamente mais atraentes.

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Outro sinal de cautela veio dos ETFs à vista de Bitcoin: as saídas somaram US$ 586,2 milhões na semana. Resgates nesses fundos indicam redução de exposição de parte dos investidores institucionais e podem ampliar a volatilidade no curto prazo.

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A frustração com o ritmo dos avanços regulatórios nos EUA também pesa. Regras claras podem ampliar a proteção ao investidor e facilitar a entrada de instituições, mas incertezas prolongadas tendem a favorecer participantes maiores, com mais estrutura para absorver riscos.

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O contexto externo trouxe algum alívio: bolsas de Nova York fecharam em alta e os rendimentos dos Treasuries recuaram. Ainda assim, analistas avaliam que o quadro macroeconômico não sustenta, por enquanto, uma recuperação mais consistente do Bitcoin.

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Em um mercado cada vez mais conectado a juros, ETFs e fluxos institucionais, o movimento do BTC acima de US$ 76 mil é relevante — mas a direção seguinte dependerá menos de euforia e mais dos dados econômicos e das decisões do Fed.

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