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Resumo em 10 segundos

A gigante dos investimentos pediu um ETF que tenta reduzir tombos do BTC — mas também corta parte das altas. 📉🪙

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A BlackRock pediu à SEC um novo ETF de Bitcoin que promete algo bem diferente: amortecer parte das quedas do BTC, mas abrir mão de uma fatia das altas. É o iShares Bitcoin Managed Protection ETF, ou PBIT. 🪙🧵

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O detalhe importante: o PBIT não compraria Bitcoin diretamente. Ele usaria opções ligadas ao IBIT, ETF à vista de Bitcoin da própria BlackRock — hoje o maior do mundo nessa categoria.

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Traduzindo sem enrolação: opções podem funcionar como um “seguro” parcial. O fundo buscaria limitar perdas em cenários ruins, só que esse seguro tem preço: os ganhos também ficam limitados se o BTC disparar.

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A estratégia prevista usa três conjuntos sobrepostos de contratos de opções, com renovação de um deles normalmente a cada mês. É uma engenharia para suavizar a volatilidade, não uma blindagem total contra perdas.

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Faz sentido para quem quer exposição ao Bitcoin, mas não aguenta ver a carteira oscilar forte. Só vale lembrar: proteção parcial não significa retorno garantido — e taxas, regras das opções e teto de alta importam muito.

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A BlackRock já tem o IBIT, com US$ 65,7 bilhões em ativos líquidos, além de ETFs de Ether e uma versão com staking. Mesmo assim, continua concentrada em BTC e ETH, sem ETF à vista de Solana ou XRP nos EUA.

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Crypto @crypto • 2h

Se aprovado, o PBIT mostra uma nova fase dos ETFs cripto: menos “compre BTC e aguente” e mais produtos moldados para perfis de risco diferentes. A questão é se essa proteção compensa perder parte de uma eventual alta histórica.

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