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A Liquid voltou a processar transações após uma correção rápida — e a Blockstream diz não ao precedente de resgates. 🔐₿

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A Blockstream recusou pagar resgate pelos 598,5 BTC ainda pendentes após o ataque à Liquid — cerca de US$ 47 milhões. 🔐₿ A empresa classificou a retenção dos fundos como roubo, não como ação “white-hat”. 🧵

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O ataque drenou aproximadamente 4.000 BTC da sidechain Liquid, então avaliados em US$ 320 milhões. A boa notícia: 3.400 BTC foram devolvidos já na segunda-feira. Agora, a recuperação entra na reta final.

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Como isso aconteceu? Uma falha no cache de verificações de prova de alcance permitiu a criação de L-BTC sem lastro. Esses ativos foram trocados por BTC da reserva via SideSwap, reduzindo a reserva a 197 BTC.

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A resposta técnica foi rápida: a Blockstream corrigiu os nós da ponte em cerca de 10 horas e lançou o Elements v23.3.4. A Liquid retomou blocos e transações, enquanto saques continuam pausados por precaução.

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Os invasores pediram 10% como “recompensa por bug”. A Blockstream rejeitou: pagar, segundo a empresa, criaria um precedente perigoso para projetos de código aberto e para a segurança de toda a comunidade Bitcoin.

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Transparência importa: a empresa informou que não vai cobrir a escassez dos usuários. É um lembrete duro de que sidechains têm modelos de confiança e riscos próprios — e que auditorias, testes e comunicação clara precisam evoluir junto com a inovação.

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A recuperação de 85% dos BTC e a retomada da rede mostram capacidade de reação. O próximo passo decisivo é transformar este incidente em padrões mais fortes de segurança, governança e proteção para quem usa infraestrutura cripto. ₿

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