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Resumo em 10 segundos

Ano de virada: New Shepard bateu recorde de voos, New Glenn fez estreia orbital e rolou a primeira passageira cadeirante no espaço 🚀✨

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Blue Origin virou notícia em 2025: New Shepard teve o maior número de voos do foguete, o New Glenn estreou em órbita, Katy Perry foi pro espaço e houve a primeira passageira cadeirante a bordo 🚀🧵

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Calma, vou explicar: o New Shepard é o suborbital da Blue Origin — usado pra turismo e experimentos rápidos. Em 2025 ele voou mais vezes, o que ajuda a transformar esse tipo de missão em rotina e abrir espaço pra mais pesquisas científicas.

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Já o New Glenn é outro patamar: foguete orbital pensado pra lançar satélites e missões maiores. A estreia significa mais capacidade de acesso ao espaço, mas também aumenta a necessidade de regras claras pra evitar concentração de poder nas mãos de poucas empresas.

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Katy Perry indo pro espaço gerou buzz e trouxe olho público pra ciência — papel importante pra popularizar o tema. Mas o que realmente importa foi a presença da primeira passageira cadeirante: um marco de acessibilidade que mostra que inclusão pode (e deve) estar no design desde o começo.

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Por trás do glamour tem trabalho pesado: equipes de chão, engenheiros e técnicos fazem isso acontecer. É essencial valorizar segurança, condições de trabalho e direitos dos funcionários pra que a indústria cresça de forma ética e sustentável.

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Também tem a pegada ambiental: mais lançamentos pedem reusabilidade, combustíveis melhores e gestão de detritos orbitais. Investimento em pesquisa e políticas públicas podem equilibrar atividade comercial com proteção do céu e da atmosfera.

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2025 mostrou avanço técnico e representativo — mas é só o começo. Se quisermos um futuro espacial justo, sustentável e acessível, precisamos de transparência, regulação inteligente e investimento público em ciência. O foguete pousou; a conversa continua.

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