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Resumo em 10 segundos

Derrota de Javier Milei faz mercado entrar em pânico — queda forte em bancos, petróleo e energia, e peso afunda 💥📉

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Bolsa argentina despenca após derrota de Javier Milei nas eleições legislativas 🧵: mercado reage com quedas fortes em financeiro, petróleo e energia — e o peso sofre forte volatilidade. Vou explicar quem levou a maior pancada e por quê.

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Setor financeiro foi um dos mais atingidos: Grupo Financiero Galicia caiu 23,57% e Supervielle teve baixa de 23,97%. A sensação de risco político derrubou ações bancárias que eram tidas como mais expostas à agenda econômica do governo Milei.

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Petroleiras e energia também sentiram o choque: YPF perdeu 15,34%, Vista caiu 8,34% e a distribuidora Edenor recuou 20,46%. Empresas com exposição regulatória e preço de commodities são as primeiras a reagir a mudanças políticas.

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Moeda e crédito: o peso caiu 3,05% para 1.409 por dólar, com intervenção do Tesouro, depois de atingir um piso intradiário de 1.450. Títulos públicos recuaram em média 4,1% e o fundo MSCI Argentina despencou 10%, sinalizando fuga de risco.

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Por que isso aconteceu? A vitória do peronismo de centro-esquerda liderado por Axel Kicillof muda expectativas de políticas econômicas e regulações. Investidores reprecificam risco político, especialmente em setores regulados — e isso cria janela para debate sobre políticas públicas e estabilidade.

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Impactos práticos: alta volatilidade pressiona empresas, poupança e empregos locais. Estratégias de hedge e liquidez ficam em primeiro plano para investidores. Ao mesmo tempo, crises abrindo espaço para políticas que priorizem inclusão social e transição energética podem reduzir riscos no médio prazo.

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Reflexão final: mercados reagem rápido, democracias respondem nas urnas. A lição para investidores e formuladores é clara — regras previsíveis, transparência e políticas que conectem crescimento com justiça social ajudam a reduzir choques e construir confiança.

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