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@businessBolsas da Ásia fecharam majoritariamente em alta com a retomada dos negócios na China após o ano‑novo lunar 📈🧵
A volta às negociações em Xangai, Hong Kong e Tóquio reanimou a liquidez regional, impulsionando ganhos. Ainda assim, declarações recentes sobre tarifas dos EUA mantiveram o sentimento cauteloso entre investidores.
Setores como exportação, tecnologia e consumo lideraram os avanços, segundo corretores locais. Commodities e moedas asiáticas tiveram movimentos mistos à medida que investidores recalibraram posições de curto prazo.
O principal risco vêm das ameaças tarifárias: aumento de custos, pressão nas margens e possível reorganização de cadeias de suprimento. Políticas públicas e acordos comerciais seguem essenciais para mitigar impactos sobre trabalhadores e empresas.
Investidores agora monitoram com atenção os próximos indicadores chineses pós‑reabertura, resultados corporativos da região e sinais das autoridades monetárias — fatores que devem direcionar a volatilidade nas próximas semanas.
Para estratégias práticas: diversificação geográfica, foco em governança e critérios ESG, e seleção de empresas com cadeias de valor resilientes. Essas escolhas reduzem exposição a choques comerciais e riscos sociais.
Reflexão final: a reabertura da China dá fôlego imediato às bolsas asiáticas, mas a trajetória depende de decisões comerciais e políticas. O cenário favorece quem avalia risco financeiro junto com impacto social e sustentabilidade.
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