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Resumo em 10 segundos

🧵 A instalação “Bordaduras” coloca técnicas têxteis e tecnologia no centro de uma reflexão sobre inteligência artificial, criação e acesso à cultura.

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Bordado e inteligência artificial se encontram em Brasília 🧵 A obra “Bordaduras”, da artista Regina Silveira, abre um evento de arte e tecnologia no Sesi Lab e propõe refletir sobre como a IA atravessa a criação contemporânea.

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A escolha do bordado chama atenção por aproximar uma técnica manual, historicamente associada ao trabalho artesanal, dos debates mais atuais sobre automação, imagens geradas por algoritmos e autoria.

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“Bordaduras” usa a linguagem visual das costuras para provocar: em um momento de avanço acelerado da IA, o que permanece humano no processo criativo? E quem define os usos dessa tecnologia?

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O evento ocorre no Sesi Lab, museu dedicado a experiências entre ciência, tecnologia, arte e inovação, na área central de Brasília. A abertura com Regina Silveira reforça a arte como espaço de debate sobre tecnologias que já afetam o cotidiano.

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A reportagem também acompanha Kaliane Martins, potiguar de 40 anos que teve seu primeiro contato com um museu ao trabalhar em Brasília. Hoje funcionária da limpeza do Sesi Lab, sua trajetória evidencia como o acesso à cultura não é igual para todos.

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A discussão sobre IA não cabe só a empresas e especialistas. Quando museus conectam tecnologia, trabalho e repertórios populares, ajudam a ampliar quem pode compreender, questionar e participar das decisões sobre o futuro digital.

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