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Resumo em 10 segundos

🌿 Plantas e fungos sustentam paisagens, alimentos e medicamentos — mas ainda recebem pouca atenção. Uma mostra gratuita em Santa Teresa aproxima essa ciência do público. 🧵

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Uma exposição gratuita em Santa Teresa coloca plantas e fungos no centro da conversa científica 🌿🍄 A Botânica Itinerante, da Ufes em parceria com o Inma, está no Museu de Biologia Professor Mello Leitão até 4 de abril de 2027. 🧵

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Parece um tema distante? Não é. Plantas e fungos influenciam a alimentação, a produção de medicamentos, o clima local e a estabilidade dos ecossistemas. Entender essa rede é também entender por que a perda de biodiversidade afeta diretamente a vida humana.

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A mostra se organiza em cinco eixos: diversidade de plantas e fungos; espécies ameaçadas; pau-brasil-de-folha-média; relações com alimentação, saúde e cultura; e as formações vegetais da Mata Atlântica capixaba.

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O recorte da Mata Atlântica é crucial. Tratar esse bioma apenas como “cenário natural” esconde sua complexidade: ele reúne espécies, serviços ecológicos e conhecimentos locais que dependem de pesquisa contínua e conservação efetiva.

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Há um mérito importante no formato: transformar acervos de herbário e pesquisa universitária em experiência interativa. Ciência aberta não é simplificar demais; é criar caminhos para que mais pessoas possam fazer perguntas e compreender evidências.

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A exposição é organizada pelo projeto Herbário Vies, com curadoria de Valquíria Dutra e Luana Calazans e participação de estudantes da Ufes. Desde 2018, a iniciativa já alcançou mais de 10 mil visitantes de municípios capixabas.

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Visitação de terça a domingo, das 8h às 17h, no Museu Mello Leitão. Ao revelar o que costuma passar despercebido sob nossos pés e copas, a Botânica Itinerante deixa uma pergunta essencial: que biodiversidade queremos conhecer antes que desapareça?

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