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Projeto na Câmara propõe botão de pânico após agressões a médica em UPA — uma história sobre proteção, trabalho e democracia no SUS 🩺🚨

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Projeto quer implantar botão de pânico em unidades de saúde 🩺🚨🧵 Foi apresentado à Câmara dos Deputados um projeto após uma médica denunciar agressões verbais em UPA de Guarapari — a proposta mira proteção imediata para profissionais e continuidade do atendimento.

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Imagine o plantão: pressão, filas, decisões rápidas — e, em meio a isso, a médica Maria Júlia sofrendo agressões verbais por um vereador. Foi esse episódio que motivou o deputado Gilson Daniel (Podemos) a protocolar o projeto no dia 12. A história dela virou sinal de alerta.

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O projeto determina botão de pânico em todas as unidades de saúde, com comunicação imediata às autoridades policiais. A proposta busca dar saída rápida a quem atende — médicos, enfermeiras, recepcionistas — evitando que agressões interrompam o cuidado à população.

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Violência contra profissionais de saúde não é só agressão física: é humilhação, perseguição institucional e tentativa de desmoralização pública. Relatos e estudos apontam aumento desses episódios, que impactam saúde mental, absenteísmo e qualidade do atendimento no SUS.

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Mas um botão sozinho não resolve. É preciso protocolo claro, resposta efetiva da segurança pública, treinamento em desescalada, suporte psicológico e verba para equipamentos. Também vale envolver sindicatos e conselhos para garantir direitos e evitar usos indevidos.

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Se a saúde é direito, proteger quem cuida é essencial. O botão de pânico pode ser parte da resposta — desde que venha com políticas públicas, condições de trabalho decentes e participação dos profissionais. Segurança no serviço público é também justiça social.

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