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A gigante de energia avalia opções para sua operação brasileira de açúcar e etanol, adquirida integralmente em 2024. 🌱💼

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A BP avalia vender seu negócio de biocombustíveis no Brasil, adquirido integralmente por US$ 1,4 bilhão em 2024. 🌱💼 A análise ainda é inicial, mas pode redesenhar um dos ativos mais relevantes de bioenergia do país. 🧵

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O movimento faz parte de uma ampla reorganização: a BP quer vender cerca de US$ 20 bilhões em ativos até 2027, reduzir dívida, cortar custos e concentrar investimentos em negócios considerados prioritários.

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A operação brasileira nasceu da parceria com a Bunge em açúcar e etanol. Ao comprar os 50% restantes, a BP descreveu a plataforma como escalável e competitiva — com potencial em etanol, SAF e biogás.

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Agora, a empresa reavalia investimentos fora do núcleo de petróleo e gás. Isso não diminui a relevância do etanol brasileiro: o país segue com uma das cadeias de biocombustíveis mais maduras e competitivas do mundo.

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Para o mercado, uma venda pode abrir espaço para compradores estratégicos, fundos de infraestrutura ou grupos locais expandirem a produção. É uma oportunidade de atrair capital e acelerar inovação na bioenergia.

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A BP já vendeu 65% da Castrol para a Stonepeak e negociou ativos como a refinaria de Gelsenkirchen, na Alemanha. Também busca alternativas para a Lightsource, negócio de energia solar e baterias.

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O ponto central: uma eventual troca de controle não encerra a história da bioenergia brasileira. Com investimentos responsáveis, inovação e empregos qualificados, etanol, biogás e SAF podem ganhar ainda mais escala na economia de baixo carbono. 🚀

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