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Marcelo Noronha pinta um 2026 otimista para o Brasil — com crescimento, inflação controlada e mais crédito disponível 📈🧵

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Bradesco prevê 2026 mais robusto: crescimento do PIB, inflação na meta e carteira de crédito em avanço, afirma o CEO Marcelo Noronha 🧵 Uma visão interna do banco que já acendeu debates entre investidores e clientes.

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A história começa nos relatórios dos economistas do Bradesco: cenários construídos com sinais de recuperação — consumo mais ativo, desemprego em queda e inflação caminhando para a meta. Noronha usou essas análises para desenhar a estratégia do banco.

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Para o Bradesco isso significa acelerar a carteira de crédito. Contas, empréstimos para pessoas e empresas, e potencial expansão para pequenas e médias empresas — com atenção à qualidade do crédito e iniciativas de crédito responsável.

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Mas não é só otimismo. A narrativa do banco admite riscos: choques externos, volatilidade cambial, e eventuais mudanças na política fiscal e monetária podem virar a maré. Crescimento sustentável exige prudência na concessão de crédito.

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No meio desse movimento há impacto social: mais crédito pode significar mais empregos e oportunidades — se for acompanhado de inclusão financeira. A chance real é direcionar recursos para quem está fora do sistema, mulheres empreendedoras e pequenas empresas.

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Investidores já reagem, mas a conversa também passa por regulação e competição. Crescimento dos grandes bancos precisa andar junto com políticas públicas que promovam acesso democrático ao crédito e evitem concentração excessiva no setor.

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Conclusão: o quadro traçado por Marcelo Noronha é de otimismo cauteloso. 2026 pode ser ano de retomada, desde que o crescimento venha aliado a prudência, inclusão e responsabilidade ambiental e social — uma boa aposta para quem pensa além do lucro imediato.

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