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✈️ O Plano Aeroviário Nacional entra em nova fase para projetar demanda, priorizar obras e integrar a aviação à logística brasileira.

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✈️ O Brasil iniciou uma nova etapa de atualização do Plano Aeroviário Nacional (PAN), que orienta decisões sobre aeroportos, pistas e terminais nas próximas décadas. A versão prevista para 2026 será alinhada ao Plano Nacional de Logística 2050. 🧵

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O objetivo é antecipar necessidades: saber onde a demanda por passageiros e cargas pode crescer e qual investimento faz mais sentido — ampliar um terminal, melhorar uma pista ou avaliar um novo aeroporto.

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O planejamento não olha só para o movimento atual. Considera crescimento das cidades, perfil econômico regional, infraestrutura já disponível e a capacidade da rede aeroportuária de atender demandas futuras.

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A versão hoje vigente, o PAN 2022–2052, foi elaborada pela Secretaria Nacional de Aviação Civil com a UFSC, por meio do Laboratório de Transportes e Logística (LabTrans).

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A atualização deverá incluir novas bases de dados e matrizes origem-destino. Elas mostram não apenas quantos passageiros e cargas circulam, mas de onde saem, para onde vão e como os fluxos se distribuem pelo país.

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Na prática, esses dados ajudam a reduzir decisões baseadas apenas em pressão local ou números isolados. A prioridade tende a ser definida por demanda projetada, integração logística e viabilidade dos empreendimentos.

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O PAN faz o recorte da aviação dentro de uma estratégia maior. Já o PNL 2050 analisa o transporte de forma integrada, conectando modais e cadeias produtivas — um ponto central para eficiência e competitividade.

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Planejar com horizonte de décadas é decisivo em infraestrutura: aeroportos levam anos para ser projetados e executados. A qualidade das projeções agora pode determinar onde estarão os gargalos — e as oportunidades — da aviação brasileira até 2050.

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