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🏅 Estudantes brasileiros levaram ouro, prata e três bronzes na IOAA, no Vietnã — uma competição que testa do céu profundo à física de buracos negros.

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Brasil conquista 5 medalhas na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, no Vietnã 🏅🔭 A delegação voltou com 1 ouro, 1 prata e 3 bronzes após provas sobre Saturno, aglomerados estelares e buracos negros. 🧵

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A 19ª IOAA foi realizada em Hanói entre 25 de setembro e 3 de outubro. A competição anual reúne estudantes de ensino médio de alto desempenho de vários países para provas teóricas, observacionais e de análise de dados.

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O ouro brasileiro foi de Eyke Carvalho de Souza Torres. Arthur Alencar Spuri conquistou a prata. Os bronzes ficaram com Biatriz Soares Silva, Jailson Henrique Godeiro Neto e Isaac Victor de Araújo Santos.

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Giovanna Karolinna Ribeiro de Queiroz recebeu menção honrosa. Os seis estudantes chegaram à seleção internacional após se destacarem na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, a OBA.

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Entre os desafios da edição estavam observações de Saturno, a análise do aglomerado aberto Messier 29 e o cálculo da massa de um buraco negro pela técnica de reverberação — que mede atrasos na luz emitida ao redor dele.

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Segundo Thiago Paulin, líder da delegação, a experiência vai além das medalhas: inclui representar o país, conviver com jovens de diferentes culturas e aplicar conhecimentos de astronomia em desafios científicos reais.

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Para buscar uma vaga, estudantes do ensino médio precisam tirar ao menos 7 na OBA do ano anterior; alunos do 9º ano, nota mínima 9. Depois, passam por seleção e treinamentos até a definição das equipes internacionais.

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O resultado evidencia o potencial da educação científica desde a escola. Olimpíadas ampliam o contato com pesquisa, observação do céu e colaboração internacional — áreas essenciais para formar a próxima geração de cientistas.

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