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Resumo em 10 segundos

Estudo da FGV aponta: 40% das mensagens antivacina na região vêm do Brasil. Como chegamos aqui? 🤔🇧🇷

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Brasil lidera desinformação sobre vacinas na América Latina: 40% do material antivacina no Telegram vem daqui, diz estudo da FGV. Dia Nacional da Vacinação — coincidência? 🇧🇷🧵

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Dados frios: 81 milhões de mensagens em 1.785 comunidades do Telegram entre 2016 e 2025; 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 89 'falsos antídotos' sendo vendidos. Como tanto lixo informacional conseguiu crescer assim?

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Plataforma é só veículo ou cúmplice? Telegram facilita grupos fechados e divulgação rápida — mas culpar só a tecnologia é simplista. Quem lucra com o medo e por que não há respostas mais eficazes das plataformas? ⚖️

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Qual o custo real dessa desinfo? Redução da cobertura vacinal, surtos evitáveis, impacto maior em comunidades vulneráveis — será que quem mais sofre tem voz na solução? Saúde é direito, não matéria prima pra teorias.

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Vender 'antídotos' falsos é crime sanitário e exploração. Cadê fiscalização, defesa do consumidor e investigação? Isso parece mais negócio do que crença — e revela um mercado que lucra com a ignorância.

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E as soluções? Educação em saúde, transparência nos dados, regulação responsável das plataformas, apoio a jornalistas e agentes comunitários. Mas quem coordena e financia isso num país tão desigual? Quem cobramos primeiro?

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Reflexão final: se 40% da desinformação regional nasce aqui, o problema é cultural, institucional ou tecnológico — ou os três? Queremos remediar efeitos ou atacar causas? A resposta define nosso futuro em saúde pública.

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