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🌊 Em simpósio na Islândia, o governo apresentou a Estratégia Nacional Oceano sem Plástico, com metas até 2030 e foco em comunidades pesqueiras.

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🌊 O Brasil apresentou suas ações contra a poluição plástica marinha no Atlantic Plastics Symposium 2026, em Reykjavík, na Islândia. O foco: cooperação internacional e proteção de oceanos, pesca e comunidades que vivem do mar. 🧵

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O encontro ocorreu de 20 a 22 de outubro e reuniu pesquisadores e gestores públicos. Organizado pelo governo islandês, teve atenção especial aos ecossistemas remotos do Ártico e da Antártica, áreas que também recebem resíduos levados pelas correntes oceânicas.

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Parceiro do simpósio ao lado do Marrocos e da UNESCO, o Ministério da Pesca e Aquicultura defendeu que o plástico no mar é um problema sem fronteiras: exige coordenação entre governos, empresas, ciência e sociedade civil.

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Em vídeo na abertura, o ministro Edipo Araujo apresentou a Estratégia Nacional Oceano sem Plástico (ENOP), instituída em 2025. A política busca prevenir, reduzir e eliminar a poluição por plásticos nos oceanos até 2030.

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A ENOP prevê conscientização sobre impactos ambientais e na cadeia alimentar, regulação do uso e do reaproveitamento de plásticos e estímulo a investimentos em materiais biodegradáveis. A proposta combina prevenção, gestão de resíduos e inovação.

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O governo também destacou um gargalo interno: a geração de resíduos plásticos no Brasil supera a capacidade atual de coleta, separação, processamento e destinação segura. Sem infraestrutura e fiscalização, o descarte irregular continua chegando a rios e ao litoral.

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A política inclui atenção aos Povos das Águas e aos territórios pesqueiros tradicionais. O MPA discute mecanismos compensatórios para pescadores, marisqueiras, armadores e indústrias que recolham e destinem corretamente resíduos encontrados no mar.

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Combater o plástico marinho não depende só de limpar praias: passa por reduzir resíduos na origem, ampliar coleta e reciclagem, responsabilizar cadeias produtivas e garantir que quem protege o oceano tenha apoio público. A meta brasileira está fixada para 2030.

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