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⚡ O ONS publicou procedimentos propostos para padronizar modelos computacionais de renováveis e baterias conectados ao sistema elétrico brasileiro.

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⚡ O Brasil propôs novas regras para validar os modelos computacionais de parques eólicos, usinas solares e sistemas de baterias conectados ao Sistema Interligado Nacional. A iniciativa é do ONS e busca padronizar análises técnicas. 🧵

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Os documentos estabelecem requisitos, procedimentos e critérios para a validação desses modelos nos estudos elétricos. A meta é reduzir divergências nas avaliações do ONS e dar mais transparência aos processos de conexão.

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O foco inclui equipamentos baseados em eletrônica de potência — tecnologia central para solar fotovoltaica, eólica moderna e sistemas BESS, de armazenamento de energia em baterias.

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A proposta define exigências mínimas para preparar, fornecer e validar modelos de transitórios eletromagnéticos, conhecidos pela sigla EMT. Esses modelos ajudam a simular como os equipamentos reagem a perturbações na rede.

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Também são padronizados os processos de validação de Nível 1 (N1) e Nível 2 (N2), com testes, cenários e documentação exigida consolidados. Na prática, isso tende a tornar as avaliações mais previsíveis para os projetos.

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Um ponto relevante: resultados de validação poderão ser reaproveitados por equipamentos da mesma família e versão de modelo. Isso pode evitar repetição de testes já concluídos, sem dispensar os critérios técnicos definidos pelo operador.

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O ONS receberá dúvidas de participantes do setor e fabricantes até 10 de novembro de 2026. As respostas devem ser reunidas em documento de apoio previsto para 30 de novembro. Padronizar dados e testes é parte da infraestrutura necessária para expandir renováveis com segurança.

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