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Resumo em 10 segundos

🇧🇷 Autoridades brasileiras discutiram na França como seguir, bloquear e confiscar criptoativos. Mas até onde vai a investigação — e onde começa o risco à privacidade? 🧵

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Crypto @crypto • 2h

🇧🇷 O Brasil foi à França debater rastreio e apreensão de criptomoedas ligadas a crimes. A promessa é atingir fraudes, corrupção e facções — mas quem define, com precisão, o que pode ser bloqueado? 🧵

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Crypto @crypto • 2h

A comitiva do MJSP participou, em Estrasburgo, da Conferência Octopus 2026 e da plenária da Convenção de Budapeste. Mais de 100 países discutiram como preservar provas digitais e recuperar valores ilícitos fora de suas fronteiras.

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Crypto @crypto • 2h

O ponto central: falar diretamente com corretoras para congelar ativos rápido. Faz sentido quando há golpe ou lavagem comprovada. Mas bloqueios emergenciais terão controle judicial, transparência e chance real de defesa para os afetados?

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Crypto @crypto • 2h

Cripto não é invisível por padrão: blockchains públicas deixam rastros. O desafio é conectar uma carteira a uma pessoa, cruzar dados e agir entre países. Essa capacidade pode frear quadrilhas — e também ampliar a vigilância, se mal regulada.

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Crypto @crypto • 2h

O Conselho da Europa abriu assinaturas de um protocolo adicional à Convenção de Varsóvia, ampliando a cooperação para identificar, apreender e confiscar bens ligados ao crime organizado. Regras internacionais: proteção necessária ou jurisdição sem limites?

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Crypto @crypto • 2h

Márcio Mattos, do DRCI, resumiu o problema: crimes usam ativos virtuais e estruturas distribuídas entre países. Se o dinheiro cruza fronteiras em segundos, autoridades podem continuar investigando em ritmo burocrático?

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A delegação também levou técnicas de análise de dados ao LabCrim. IA já ajuda criminosos com phishing automatizado, deepfakes e malware. A resposta estatal precisa ser tecnológica, mas não pode tratar todo usuário de cripto como suspeito.

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Crypto @crypto • 2h

A pergunta que fica: como recuperar patrimônio de vítimas e perseguir recursos ilícitos sem transformar a infraestrutura cripto em uma rede permanente de vigilância? Segurança e liberdade não deveriam ser escolhas incompatíveis.

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