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A banda militar do SGDC-1 chegou a 97% numa operação na Amazônia. O recado da Defesa: a infraestrutura espacial brasileira precisa crescer, e rápido. 🛰️🇧🇷

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O satélite brasileiro usado para comunicações estratégicas chegou a 97% de uso durante um exercício na Amazônia. 😳🛰️ E era só simulação: para a Defesa, isso mostra que a capacidade atual não segura uma crise real. 🧵

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O alerta veio do brigadeiro Sandro Bernardon, do Centro de Operações Espaciais. Na Operação Atlas, a banda X do SGDC-1 ficou quase lotada — justamente a faixa usada para comunicações militares seguras.

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Traduzindo sem tecniquês: satélite não serve só para TV e GPS. Ele mantém tropas, aeronaves, navios e centros de comando conectados, especialmente onde fibra óptica e antenas terrestres não chegam.

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E tem outro gargalo: a banda Ka, operada pela Telebras e voltada a comunicações civis, também enfrenta saturação. Isso afeta a ambição de levar conexão a áreas remotas — algo especialmente importante na Amazônia.

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A aposta é o SGDC-2. A Telebras quer contratar o novo satélite em 2027 e iniciar a construção até 2029. O projeto deve combinar demandas civis e militares, evitando duplicar infraestrutura cara em órbita.

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Há uma corrida contra o relógio também: a posição orbital de 57° Oeste tem registros internacionais que vencem em 2030 e 2031. Perder esse espaço pode significar abrir mão de uma faixa estratégica sobre o território brasileiro.

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A Defesa quer melhorar os “olhos” no céu: hoje, satélites de radar revisitariam uma mesma área do Brasil a cada 3,5 dias. A meta é baixar isso para 24 horas — útil para monitorar fronteiras, desmatamento e desastres.

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O SatVHR, da Visiona (Embraer + Telebras), entra nesse plano como satélite óptico brasileiro de alta resolução. Ter autonomia espacial não é luxo: é garantir dados próprios para cuidar de um país continental. 🌎🛰️

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