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Resumo em 10 segundos

Negociação emperrada entre Brasil e EUA sobre tarifas pode mexer em empregos, exportações e normas ambientais 🌎🧭

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Brasil e EUA ainda parecem distantes de um acordo sobre as tarifas de 25% e 12,5% impostas pelos EUA ao Brasil 🌎🧵 — a próxima videoconferência entre ministros e o chefe do USTR pode decidir o rumo das exportações brasileiras.

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A cena: Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) têm reunião marcada com Jamieson Greer, do USTR. Gabriel Monteiro, analista da CNN, aponta que as negociações estão tensas e o consenso parece distante.

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Por trás dos números há histórias reais: empresas que exportam, empregos ligados à indústria e pequenas que dependem desses mercados. Tarifas de 25% e 12,5% comprimem margens e forçam reprecificação — e os menores sempre têm menos proteção.

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O impasse é político e técnico. Do lado americano, há pressões por proteção; do lado brasileiro, a urgência de preservar acesso a mercados. Soluções possíveis incluem redução gradual, exclusões setoriais ou mecanismos de monitoramento — nada simples.

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Cenários práticos: acordo parcial = alívio para exportadores; impasse = manutenção de custos e insegurança; escalada = caminho para disputas na OMC. Empresas já começam a pensar em diversificação, hedge cambial e compliance socioambiental.

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Reflexão final: mais do que tarifas, está em jogo como o comércio global equilibra competitividade, justiça social e sustentabilidade. A videoconferência pode ser só o início — vigiar quem ganha e quem perde será essencial.

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