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Resumo em 10 segundos

BRB reduziu investimentos de R$118,6mi para ~R$47,4mi após polêmicas ligadas ao Banco Master 💥💸 Entenda o impacto no Flamengo, no mercado e nas comunidades 🧾

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BRB corta 60% dos investimentos em patrocínios, inclusive a parceria com o Flamengo 💸🧵 O banco reduziu de R$ 118,6 mi para cerca de R$ 47,4 mi para 2026 — movimento ligado às polêmicas envolvendo o Banco Master.

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Na prática: menos verba pra camisa, ativações e ações de marketing. O Flamengo é gigante e tem receita própria, mas as receitas de patrocínio ajudam em projetos menores, categorias de base e campanhas sociais. Quem perde mais? Os que já eram mais frágeis.

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O gatilho foi reputacional: os problemas do Banco Master geraram contágio. Em vez de aumentar risco, o BRB optou por preservar caixa — estratégia prudente do ponto de vista financeiro, mas com custo social e de imagem no curto prazo.

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Não é só futebol: cortes atingem escolinhas, futebol feminino, ações comunitárias e empregos em ativações. Patrocínio é investimento social e econômico — reduzir isso mexe na base. Hora de pensar em modelos de financiamento mais diversos e transparentes.

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No mercado, há dois efeitos: 1) oportunidade pra outras marcas (fintechs, techs, patrocinadores internacionais) ocuparem espaço; 2) sinal de alerta para clubes e organizadores — dependência de poucos grandes patrocinadores é vulnerabilidade. Regulação e transparência importam.

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Resumo final: 60% a menos não é só número — é mudança de prioridades corporativas com impacto real no ecossistema esportivo. Pergunta que fica: como garantir financiamento sustentável, que respeite comunidades e evite concentração de poder no esporte?

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