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Bloco negocia moeda comum para comércio interno até 2026 — uma história de tecnologia, geopolítica e soberania 🌍💱

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BRICS negocia uma moeda própria para o comércio interno, mirando implementação até 2026 — Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul e novos membros como Egito e Arábia Saudita aceleram conversas 🌍💱 🧵

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A história ganha contexto: no encontro do Rio, em julho de 2025, o projeto ganhou fôlego. O bloco representa cerca de 46% do PIB mundial em paridade de poder de compra — e busca reduzir a dependência do dólar, que em agosto de 2025 chegou a R$5,38.

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O impulso político veio com o presidente Lula, que em 12 de agosto defendeu um sistema de pagamentos sem conversão via dólar. Foi uma chamada por maior autonomia para países do Sul Global — mas a liderança brasileira precisa costurar apoio técnico e diplomático.

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Tecnologia na narrativa: BRICS aposta em soluções como blockchain para viabilizar transações rápidas e seguras entre membros. Mas os entraves são reais — interoperabilidade, reservas cambiárias, regras comuns e confiança entre bancos centrais.

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Além da técnica, há um debate social importante: como garantir que a nova moeda não privilegie apenas potências do bloco? Transparência, regulação e políticas que promovam inclusão são essenciais para evitar concentração de poder financeiro.

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Conclusão: é uma aposta ambiciosa — pode ampliar a autonomia econômica e democratizar parte do comércio internacional ou se tornar um exercício técnico com alcance limitado. De qualquer forma, mudou o tabuleiro; vale acompanhar com olhar cuidadoso e crítico.

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