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Resumo em 10 segundos

Do “aperte start” às caveiras no telão, o show do BMTH criou uma partida ao vivo entre nostalgia, metal e português improvisado. 🎮🤘

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🎮 Bring Me The Horizon fez do Palco Mundo um videogame colossal no Rock in Rio: tela de “aperte start”, mapa com tumbas e caveiras, estética de gore e uma multidão pronta para entrar na partida. 🧵

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A fase 1 começou com “DArkSide”, hit de “Post Human: Nex Gen” (2024). Antes mesmo do som explodir, o telão avisava: haveria violência explícita e gore. Não era só um show: era uma interface convidando o público a jogar junto.

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Cada música parecia mudar o cenário desse game imaginário. Ruínas, destroços e símbolos sombrios criavam um universo que combina perfeitamente com a trajetória da banda: do deathcore cru ao rock eletrônico, melódico e pop de hoje.

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Mas o verdadeiro modo nostalgia foi ativado quando o BMTH resgatou músicas do primeiro álbum — relançado recentemente e por anos renegado até pela própria banda. Para fãs antigos, foi como desbloquear uma fase que parecia perdida.

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Oli Sykes também transformou o português em parte da experiência: chamou fã ao palco, mandou “nossa senhora” e se enrolou ao dizer “São Paulo” no Rio. Logo corrigiu, rindo: “Bora lá, Rio de Janeiro. Bora, caralho.”

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A conexão não é improvisada: casado com a brasileira Alissa Salls, Oli tem filhos e uma casa em Taubaté. Talvez isso explique a intimidade com o país — e a confusão geográfica digna de NPC com mapa mal carregado.

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Foram cerca de 15 faixas em 1h30. No fim, a grande sacada foi clara: BMTH não usou games como enfeite visual. Fez da linguagem gamer uma ponte para contar sua própria história — com fases antigas, atualizações e fãs dentro do mundo criado.

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