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Resumo em 10 segundos

🚍 Corredor exclusivo ligará TITRI e TICEN, mas as perguntas sobre prazo, integração e acessibilidade já estão na pista.

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Florianópolis apresentou seu BRT: 6,2 km de corredores exclusivos entre TITRI e TICEN, passando pela UFSC e Avenida Mauro Ramos. 🚍🧵 Mas uma capital que debate essa solução há uma década pode se contentar com uma primeira etapa tão curta?

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O projeto recebeu R$ 159 milhões do Ministério das Cidades e prevê início das obras entre dezembro e janeiro de 2027. A pergunta inevitável: por que uma demanda prevista no Plano de Mobilidade Urbana Sustentável há 10 anos só agora sai do papel?

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Na Mauro Ramos, a proposta vai além da faixa de ônibus: nova drenagem, pavimento de concreto, abrigos, arborização e reorganização viária. Ótimo no papel — mas como evitar que a obra vire meses de caos para quem depende diariamente do coletivo?

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BRT significa transporte rápido por ônibus. Só que “rápido” depende de mais que corredor exclusivo: frequência confiável, integração tarifária, estações bem projetadas e prioridade real nos cruzamentos. O projeto entrega esse pacote completo?

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A apresentação ocorreu na Comissão de Acessibilidade do CREA-SC. E deveria mesmo: embarque nivelado, sinalização tátil, informação acessível e abrigos seguros não são extras. Quem usa cadeira de rodas, tem baixa visão ou mobilidade reduzida conseguirá viajar com autonomia?

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Inspirado em Curitiba, o BRT pode tornar o ônibus mais competitivo diante do carro. Mas Florianópolis tem geografia, congestionamentos e deslocamentos próprios. O sistema será integrado aos bairros e terminais ou ficará restrito a um corredor-modelo no centro?

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A primeira etapa da revitalização da Mauro Ramos tem estimativa inicial de R$ 18,9 milhões. Transparência sobre cronograma, desapropriações, desvios e impacto no comércio local será tão importante quanto o concreto do corredor, não?

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O BRT pode mudar a relação da cidade com o transporte coletivo — desde que seja tratado como começo, não como linha de chegada. Afinal, mobilidade eficiente não é luxo: é tempo, acesso a estudo, trabalho e serviços para quem mais precisa.

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