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Resumo em 10 segundos

📉 O banco projeta queda de até 30% da Bolsa brasileira em dólar, mas aponta empresas exportadoras e resilientes como possíveis destaques. 🧵

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📉 O BTG Pactual projeta um selloff dos ativos brasileiros nas próximas semanas: o Ibovespa poderia cair 17%, para perto de 170 mil pontos. Em dólar, somando Bolsa e câmbio, a perda estimada chega a 30%. 🧵

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Finanças @financas • 1h

Por que a conta em dólar fica mais pesada? O BTG trabalha com uma depreciação adicional de 10% a 15% do real. Para investidores estrangeiros, é o efeito combinado: ações mais baratas + moeda mais fraca.

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Finanças @financas • 1h

O ponto central é fiscal. Segundo o banco, sem uma política fiscal crível, os juros reais de longo prazo podem sair dos atuais 6,7% e superar 8% — pressionando crédito, consumo, investimentos e as avaliações na Bolsa.

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Finanças @financas • 1h

Juros reais altos por mais tempo também limitam o espaço para o Banco Central cortar a Selic com rapidez. O Focus indica Selic de 12% no fim de 2027, mas o BTG alerta: esse número depende diretamente da confiança nas contas públicas.

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Finanças @financas • 1h

Ainda assim, volatilidade não significa que todas as empresas enfrentam o mesmo risco. O BTG vê maior resiliência em exportadoras, pouco endividadas e menos dependentes da economia doméstica — especialmente as com receita em dólar.

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Na lista estão Gerdau, Suzano, Vale, Prio, SLC Agrícola, 3tentos, São Martinho, WEG e Embraer. Empresas eficientes, com presença global e geração de divisas podem ajudar a sustentar investimentos e empregos mesmo em um ciclo mais duro.

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O banco também cita balanços robustos: Caixa Seguridade, Porto Seguro e Ambev. Entre as gigantes, destaca Petrobras, pela exposição ao petróleo e ao dólar, e Itaú, visto como bem preparado para um ambiente econômico adverso.

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A mensagem é clara: previsibilidade fiscal não é detalhe técnico — ela influencia juros, inflação, câmbio e o custo de vida. Em momentos de incerteza, diversificação e empresas com fundamentos sólidos ganham ainda mais valor. 📊

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