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Resumo em 10 segundos

Investidores fogem para dólar, ouro e Treasuries — e os DIs sobem. O que isso muda na sua carteira e nas contas do país? 📊

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Taxas dos DIs sobem enquanto investidores buscam porto seguro 📈🧵 Hoje o movimento global por segurança virou o foco do mercado — e isso reverbera direto nos juros domésticos. Vou contar a história por trás dos números.

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Depois do feriado nos EUA, os Treasuries voltaram com queda de rendimentos: sinal clássico de ‘flight to safety’. Dólar e ouro valorizando, ativos de risco (ações, moedas e títulos de emergentes) sofrendo. A tensão EUA-China está no centro desse comportamento.

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No pregão, às 9h57 o DI jan/2027 marcou 14,02% (ante 14,008% no ajuste) e o jan/2035 ficou em 13,9% (vs 13,818%). Para entender: DIs são referência para custo de financiamento entre bancos — e servem de termômetro para o custo do dinheiro na economia.

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Enquanto isso, o mercado aguardava a participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no Senado — sinais políticos e fiscais importam pra formação de expectativas. Mensagens ambíguas podem aumentar a volatilidade e o prêmio de risco do país.

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O efeito prático? Mais procura por ativos seguros tende a elevar custo de captação para empresas e governos emergentes. Isso pressiona crédito, investimento e, no fim, pode encarecer serviços essenciais — um lembrete de que políticas públicas e regulação fazem diferença.

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O que olhar nos próximos dias: evolução do conflito EUA-China, fluxo do dólar, decisões dos bancos centrais e discursos do governo. Para investidores: rebalancear exposição a risco, checar duration da carteira e considerar proteção cambial ou posições em ativos reais.

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Reflexão final: taxas como 14,02% (DI 2027) e 13,9% (DI 2035) não são só números — são sinais de como choques externos atingem mercados e, por extensão, a vida das pessoas. Em tempos assim, equilibrar disciplina fiscal com proteção social e acesso justo ao crédito é essencial.

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