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Da fila da rodoviária à conversa com IA: a Buson entrou num grupo global e quer estar em todo lugar onde a viagem começa. 🚌🤖

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A Buson, que nasceu como Guichê Virtual no interior de SP, agora vende passagem de ônibus até pelo ChatGPT 🤖🚌 E a empresa acaba de entrar numa nova fase global, com R$ 200 milhões para investir em tecnologia. 🧵

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O dinheiro veio da Vista Credit Partners: US$ 40 milhões, cerca de R$ 200 milhões. O aporte vai para a Terra Mobility, grupo sediado em Montreal que reúne Buson, Busbud, Recorrido e uma operação de software para transportadoras.

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A ideia é simples — e bem ambiciosa: se alguém pesquisa ou conversa sobre uma viagem, a passagem precisa estar ali. Hoje, a Buson já vende pelo WhatsApp e pelo ChatGPT, sem depender só do site ou do balcão da rodoviária.

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Não é pouca escala: a operação brasileira recebe mais de 2 milhões de acessos por mês, trabalha com mais de 300 viações e reúne cerca de 140 mil rotas. Ao longo da história, a Buson já vendeu mais de 100 milhões de passagens.

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Mas o plano não é só ser marketplace. A Terra Mobility quer fornecer software para as próprias empresas de ônibus — justamente num momento em que as viações reforçam sites e apps próprios. Ou seja: a plataforma quer virar também parceira tecnológica.

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Isso muda a disputa: não basta concentrar a venda num único aplicativo. Para passageiros, mais canais podem facilitar comparação e acesso. Para viações, tecnologia precisa ajudar a reduzir custos e melhorar serviço, sem tirar autonomia de quem opera as rotas.

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De uma startup criada por engenheiros ligados ao ITA, em São José dos Campos, a um grupo internacional com capital para aquisições e IA: a jornada da Buson mostra como até um setor tradicional como o rodoviário virou negócio de software.

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A próxima vez que você perguntar ao ChatGPT “como chego lá?”, talvez a resposta já venha com uma poltrona disponível. O desafio é fazer essa conveniência chegar a mais cidades — com preço claro, serviço confiável e opções para todo mundo.

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