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Resumo em 10 segundos

🚭 A campanha nas UBSs conecta exercício, cessação do fumo e prevenção entre adolescentes. O ponto financeiro: cuidar antes custa menos do que remediar depois.

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🚭 Búzios leva o combate ao tabagismo às UBSs com o tema “Fumar não combina com treinar”. Além do benefício direto à saúde, há uma questão financeira central: prevenção bem feita ajuda a evitar pressão futura sobre a rede pública. 🧵

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A prefeitura promove ações com profissionais de Educação Física e orientação nas unidades. A lógica é simples: atividade física e abandono do cigarro exigem apoio contínuo — e não apenas campanhas pontuais em datas comemorativas.

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Pelo lado das finanças públicas, tratar doenças associadas ao tabaco demanda consultas, exames, medicamentos e internações. Não há estimativa de economia divulgada para Búzios, mas prevenir riscos é uma forma de usar recursos de saúde com mais eficiência.

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O foco nos adolescentes e nos cigarros eletrônicos merece atenção. Vapes frequentemente chegam com aparência tecnológica e discurso de “menor dano”, mas podem criar dependência precoce — e transferir custos sociais e sanitários para os próximos anos.

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A programação passa por UBSs de Cem Braças, São José, Geribá, Rasa e Vila Verde, entre outras. Levar a ação aos bairros importa: acesso próximo reduz barreiras de transporte, informação e renda para quem busca parar de fumar.

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Há tratamento gratuito e grupos de apoio para moradores nas UBSs. O desafio é transformar essa oferta em acompanhamento duradouro: sem equipe, divulgação e capacidade de atendimento, a prevenção vira promessa; com continuidade, vira investimento público.

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O dado mais relevante aqui não é uma planilha imediata, mas a escolha de prioridade: cada política que evita dependência e doença amplia o espaço do orçamento para outras necessidades da população. Saúde preventiva também é responsabilidade fiscal.

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